13 de nov de 2012

Capitúlo X

Esfinge

Em outro lugar, para ser mais preciso onde Adalberon estava, uma suave brisa passa por todos. Ao senti-la, Zeno que estava dormindo acorda assustado e começa a chorar, como se soubesse o que estava acontecendo. Adalberon então olha para  em direção ao caminho em que Quiron e os outros foram e pensa.
-Mas o que será que esta acontecendo com eles? Espero que estejam bem.
-Adalberon...- Falou o morador como se chama-se sua atenção.
-Vamos continuar! não podemos continuar perdendo tempo aqui.- Disse Adalberon.
Então um morador acalmou Zeno e eles continuaram caminhando por mata a dentro.
Um tempo de caminhada depois eles encontram uma trilha.
-Uma trilha, vamos segui-la!- dizia um dos moradores.
-Não, pode ser perigoso.- Avisava Adalberon.
-Você mesmo disse que não era perigoso andar por aqui.-  Falava o morador como se questionasse.
-Mas não devemos, não tenho um bom pressentimento.- Falou Adalberon preocupado.
-Ninguém disse que você era o líder. Porque não para de dar ordens?- Falava sem se importar com o que Adalberon disse.
Tomando a frente de Adalberon que estava com sua mulher no seu colo, essa que segurava o se filho, ele segue a trilha deixando os outros para trás.
Todos então ficaram olhando para ele, que rapidamente se afastava.
-Não vá, pode ser perigoso! Volte!- Gritava Adalberon em uma ultima tentativa de impedi-lo.
Mas isso foi em vão, ele não deu ouvidos, logo desapareceu da vista de todos.
Enquanto caminhava, o morador que usava uma roupa velha, possuía cabelos castanho e olhos negros esbracejava , seu nome era Timeu.
-Quem ele pensa que é? não pode mandar em mim.- Ficava esbravejando enquanto olhava em direção a uma pedra a qual chutava.
Ao olhar para frente, ao longe ele via uma cidade totalmente abandonada, ela estava destruída, possuía muitas árvores e grandes rochas envolta.
-Há, sabia! Devia ter me seguido, agora estou a salvo e eles não. Os Semideuses nunca iriam procurar aqui. Pelo que aprece o lugar já foi atacado antes.-
Ao se aproximar, Timeu percebeu que não havia cadáveres da cidade, apenas sangue.
-Onde os corpos foram parar? Só tem sangue naquele lugar. O que poderia ter acontecido?
Então decide entrar para ver melhor o que havia acontecido.
Ao por os pés na cidade ele escuta uma voz de mulher que gritava.
- Pare! Não pode entrar!
-Quem é você? Perguntava o morador sem saber de onde vinha a voz.
De traz de uma grande rocha saiu uma criatura. Ela possuía o corpo de uma bela mulher da cintura para cima e o corpo de um leão da cintura para baixo.
A criatura o respondeu de forma serena.
 - Sou aquela  que cria os insolucionaveis enigmas, desvende-o se da valor a sua vida. Meu nome é Esfinge.- Disse a criatura.
-E... Esfinge? - Falava o morador que estava muito assustado com a aparência de Esfinge.
- Sim, se da valor a sua vida acerte, se não morra.- Dizia Esfinge com um leve sorriso.
-M...mas eu n..não quero morrer.- Gaguejava o morador que tremia de medo.
-Se correr eu vou atrás de você, se errar eu te devorarei, sua única opção é acertar.
Então ela anda em direção a Timeu e diz. - Vida ou morte... Ela está em suas mãos.

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